terça-feira, dezembro 16, 2008
As minhas músicas preferidas aos 18 anos (parte 2/2)
Isto resume-se a três palavras: Aulas De Estética. Começou a formação intelectual do Monstro. E tinha a mania, por isso acho que era mesmo uma pseudo por direito. Com os anos fui amaciando, ou gosto de pensar que sim…
As minhas músicas preferidas aos 17 anos (2/2)
Descubro um dos grupos da minha vida, os System of a Down, que ficam comigo. Bem me precisava de atordoar nesta altura - coiso e tal, a paixoneta continuava e mal eu sabia que mal me livrasse dessa e fosse para a Universidade… argh argh argh…
Ellie, the Elephant - começa o gosto pelos oldies esquisitos que ninguém conhece.
As minhas músicas preferidas aos 16 anos (2/2)
Os gostos começam a refinar. Muse é tão melódico, tão… intelectual. À minha volta andavam no punk rock e em coisas dos anos 50 (praga de rockabillies). Primeiros contactos com a contracultura. E para atordoar devagarinho, nada como partilhar as obsessões musicais das amigas….
Faço a minha última festa de anos até à data e começo a tentar ser underground. Bardolatria e anglofilia agudizam por esta altura, limpando o pouco que restava do amor aos States.
As minhas músicas preferidas aos 15 anos (2/2)
Canções sobre sadomasoquismo… Hum… A Joana tinha um cd que veio numa revista de música, quando ela andava a começar na sua fase Linkin Park. Adorei a música, o ritmo e a LETRA. Era qualquer coisa de rebelde, de excitante, sei lá…
A segunda tem a ver com a minha enorme paixoneta de secundário… argh argh argh… lá por não se acreditar em bruxas não quer dizer que não se tenha desejos de comprar baralhos de Tarot e tal… A romântica teimava em não morrer.
Ah, e inscrevo-me no clube de vídeo e começo a faltar a aulas para ir a estreias de cinema… muahahahaha…
As minhas músicas preferidas aos 14 anos (parte2/2)
Ouvir Offspring na minha básica era o mais próximo que consegui me aproximar de ser uma marginal por vontade própria. É claro que podia ter ido pelo Marylin Mason, mas não tive coragem. Começava a querer ser diferente, mas não ainda underground. A boysband do momento ainda apelava ao meu lado romântico de rapariguinha que acredita no amor e príncipe encantado. De facto, foi exactamente em Maio de 2001 que deixei de acreditar nessas coisas. Daí se calhar a fuga para uma música mais atordoante...
As minhas músicas preferidas aos 13 anos (parte 2/2)
A primeira tem explicação: o meu inglês não era proficient 8.0 IELTS nessa altura, portanto não fazia a
mínima ideia do que a letra significava. Conseguia perceber que tinha sexo, e mais uma vez a pita que houve em mim achou piada. Ouvi a música uma vez numa lojeca e demoraria 8 anos a encontrá-la. (há dois meses atrás, para ser exacta…)
A segunda música vem das minhas aulas de violino do Conservatório. Também demorei tempo a reencontrá-la, mas não tanto - 4 anos. Tinha qualquer coisa de moderno, e de banda sonora, e sei lá… Aqui começou o bichinho pela música erudita do século XX, pela sua entrada ultra-romântica que não sei como me iria levar a Luciano Berio nos anos seguintes… a intelectual em mim começava a surgir….
As minhas músias preferidas aos 12 anos (parte 2/2)
Doze anos, primeira de muitas (???) pseudo-relações amorosas, tudo o que tinha um som maroto me agradava. E os Queen tem a ver com a fase Queen na banda. De repente era in ouvir Queen. Devem ter lançado uns cds por essa altura (sim, os cds já existiam…) E eu como ainda era uma pessoa que queria ser in, e seguir o rebanho….
As minhas músicas preferidas aos 11 anos (parte 2/2)
As Spice Girls tinham acabado de acabar, destroçando o coração de milhentas raparigas histéricas que compravam a Bravo e SuperPop (como eu). E, já agora, a minha preferida era a Victoria. Talvez me tenha inspirado nelas para ir para Inglaterra viver na pobreza, e depois tornar-me uma superestrela. Hum…. Mas de qualquer maneira, dêem graças aos céus por ter escolhido os Aqua e não os Vengaboys…. Argh.
A Celine Dion tem a ver com a minha primeira obsessão com um filme… que degenerou numa obsessão com barcos, Leonardo Dicaprio pré-Scorsese e Hollywood….
A evolução de Lady Sara C através da... música
Há uma altura na vida, quando somos aceites na escola de cinema e vamos deixar de ter vida até morrer (como se alguma vez a tivéssemos tido, mas pronto), que olhamos para trás e pensamos de onde vimos, o que fomos e como raio é que chegámos a este ser maravilhoso e evoluído que nos contempla no espelho todas as manhãs, despenteado mas com estilo. E nesta magnífica altura natalícia, ao dar uma volta aos meus milhentos cds, comecei a aperceber-me o quanto mudei ao longo dos tempos… afinal, que canções, que grupos, marcaram a minha vida so far? Ao olhar para os meus cds de 'vários' (que vão agora no 19, qual Sexta-Feira 13 qual carapuça…), dá para fazer uma ideia… que vou partilhar convosco se o Youtube estiver bem-disposto….
(numa de que pela música dá para conhecer uma pessoa, filosofias baratas de canções do Rui Veloso que canto quando exagero na vodka…)
