terça-feira, janeiro 16, 2007

Nip Tuck


Não sei se se lembram, ou se vêm ao blog apenas para ver as imagens que de vez em quando ponho, mas quando acabou a saudosa série de Allan Ball Sete Palmos de Terra deixei o convite no ar à 2: (o canal de todos os pseudo e aspirantes de pseudo e aqueles que andam a estudar para aspirantes a pseudo-intelectuais – e incluo-me nestes últimos) para comprar a série Nip Tuck. Bem, tal como foi a TVI que comprou o meu caro Dr. House, e talvez numa linha de arranjar justificação para aquela coisa que ainda não tive oportunidade de ver chamada Dr. Preciso de Ajuda (e muita gente da minha banda diria que esta frase, há uns meses atrás, era o meu grito de guerra…), essa estação abominável comprou aquela que é capaz de ser a minha série preferida desta temporada. Pois, porque sejamos francos, isto do Dr. House andar tira metade da pica à coisa. Ou seja, vou ter de aturar aquele novelo que o referido canal atira para a emissão da noite pra ver o Christian Troy (que, vão perceber porquê quando virem, é o meu preferido) e o Sean Mcmalaren ou um apelido parecido (uma personagem assaz interessante a partir da segunda temporada). Eu, que já ando a ver furtivamente o Tu e Eu porque adoro o mauzinho da novela, o Alexandre (e, mais uma vez, pessoas que partilham a faculdade e o círculo de amigos comigo, quando virem vão perceber porquê – ou não), vou ter de dar audiência ao meu canal desfavorito. Hum. Mas valerá a pena. Afinal, vou poder partilhar o comentário dos episódios com a Kel, o que é óptimo. E todos vão perceber o meu fascínio. Ah, este ano vou ser feliz… Uma pessoa aumenta as dioptrias das lentes, e o mundo fica de repente tão nítido e risonho…

Hitler

Estava eu, um dia destes, a ler aquele ícone da informação nacional que é o Correio da Manhã, quando me deparo, na última página, com uma notícia que iria para sempre mudar a minha concepção do Führer: ele inventou a boneca insuflável. Sim, o senhor do bigodinho ridículo imitado por Chaplin esteve na origem daquele ícone da arte pop de que Warhol, infelizmente a nosso ver, se esqueceu. Supostamente a dita boneca teria como fim o prazer dos soldados em combate, para evitar o contacto impuro com as outras raças.

Numa altura em que se discute tanto a questão do filme humorístico sobre Hitler que aí vem, e poucas semanas depois da vossa anfitriã ter gasto a módica quantia de 8.49€ na edição especial dois dvds de A Queda (um daqueles filmes), de novo o autor de Mein Kampf me surge na pacata existência cheia de ideais consumistas… digo, comunistas, e o projecto de, se não conseguir arranjar homem e/ou emprego neste país, ir para a Rússia ter um curso de cinema à séria, acompanhada pelo meu Sergei. (por acaso agora ando mais numa de Polónia e de Krszysztofs, mas pronto, apartes…) Voltando ao início, o homem que chacinou milhões de judeus e deu milhares de dólares a ganhar ao Spielberg inventou um dos auxiliares de masturbação mais famosos de sempre.

Imagino (e é neste momento que o post começa a descambar, por isso, se me querem ter em boa conta, passem ao próximo ou vão para o google ver quantas vezes o vosso nome aparece) que o Adolfozinho tenha tido uma juventude muito solitária. Sim, a Eva Braun, coisa e tal, mas, caro Adolfo…

A mão era demasiado judia para ti?






segunda-feira, janeiro 08, 2007

Love at First Sight, de Wislawa Szymborska (1993)

They're both convinced

that a sudden passion joined them.

Such certainty is beautiful,

but uncertainty is more beautiful still.


Since they'd never met before, they're sure

that there'd been nothing between them.

But what's the word from the streets, staircases, hallways -

perhaps they've passed by each other a million times?


I want to ask them

if they don't remember -

a moment face to face

in some revolving door?

perhaps a "sorry" muttered in a crowd?

a curt "wrong number" caught in the receiver?

but I know the answer.

No, they don't remember.


They'd be amazed to hear

that Chance has been toying with them

now for years.


Not quite ready yet

to become their Destiny,

it pushed them close, drove them apart,

it barred their path,

stifling a laugh,

and then leaped aside.


There were signs and signals,

even if they couldn't read them yet.

Perhaps three years ago

or just last Tuesday

a certain leaf fluttered

from one shoulder to another?

Something was dropped and then picked up.

Who knows, maybe the ball that vanished

into childhood's thicket?


There were doorknobs and doorbells

where one touch had covered another

beforehand.

Suitcases checked and standing side by side.

One night, perhaps, the same dream,

grown hazy by morning.


Every beginning

is only a sequel, after all,

and the book of events

is always open halfway through.

Príncipe Encantado ou Sapo Viscoso?

Que queremos nós, projectos de mulheres do século XXI? Príncipes encantados ou Sapos Verdes Viscosos? É altura da Sarices fazer o seu primeiro inquérito em grande escala! Não se inibam! Respondam para cá! Postem à vontade! Eu quero saber o que a mulher dos nossos dias pensa! Ou o homem, que eu sou a maldade personificada mas nada me impede de ser tolerante! (se não quiserem postar, mandem um mail que eu dps coloco de forma anónima)

(se quiserem juntar uma descrição física/psicológica/emocional/performativa do vosso príncipe/sapo ideal, não hesitem! Contudo, nada de fotos. Sou muito nova e a minha bolsa não é assim tão boa para me dar ao luxo de ser processada. Eu também darei o meu lamirá, mas só no fim!!)

A Bondade Humana Não Existe...

Sinceramente, aquela treta do ‘bom selvagem’ de Rousseau nunca me convenceu. Para mim, o ser humano é mau em potência: a bondade é algo de apreendido, uma convenção a que nos habituamos e que seguimos para que não nos chateiem a cabeça. Sim, não acredito no ser bom desinteressadamente. Quanto muito, há pessoas a quem não nos importávamos de espetar uma faca nas costas e outras que nos é indiferente. Outras há que a única coisa que lhes queríamos espetar nas costas seria uma massagem (mas isso prende-se com razões biológicas e não quero entrar por aí). Sim, ser mau e omnívoro é inato. Vegetarianos de boa índole são violações da natureza (nunca é de mais lembrar que são raros e que o Hitler era vegetariano – quem come plantinhas indefesas é capaz das maiores maldades).

O que aconteceu entretanto foi o nascimento de uma coisa chamada sociedade. Ora, a partir do momento em que o homem se apercebe que dá jeito mais umas mãozinhas para caçar dentes-de-sabre (uma imagem do ponto de vista histórico errada mas tão bonita artisticamente), resolveu não matar/assassinar/quecar violentamente as mãozinhas extra. Começam a nascer normas de civilidade (e a palavra ‘norma’ diz tudo), etc etc. Ou seja, somos uns reprimidos. Devíamos ter o direito à maldade (embora esse direito possa acabar com sangue e tripas onde começa a maldade dos outros…). Vamos gritar todos, ‘sou mau e gosto!’.

Quem duvida da veracidade desta teoria, quem acredita que o ser humano é passível de actos bondosos, aconselho que apanhe o autocarro para Viseu, se dirija às informações e diga bom-dia ao ser que se encontra lá dentro. Ou então fale comigo num dos meus dias anti-sociais (não-cíclicos e por isso imprevisíveis). Boa sorte!

Os Americanos mataram os Marcianos!!!


Notícia no Yahoo! hoje: a NASA, quando visitou Marte há 30 anos atrás, poderá ter morto espécies marcianas de micróbios, possivelmente a única forma de vida que o planeta tinha. Isto porque andavam à procura de criaturas verdes e altas...
Ainda bem que ainda não era nascida na altura, senão ia ter problemas...
Mais informações em:

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Estamos quase naquele dia tão importante... o meu aniversário

O blog Sarices Artísticas não podia passar esta data em branco e, por isso, quem quiser de algum modo contribuir para a minha felicidade no dia 27 do presente mês, trate de escolher algo da lista seguinte para me proporcionar um dia inesquecível (bolas, só se fazem 20 anos uma vez na vida...)
- Uma viagem a Londres, com estadia paga e viagens pelos alfarrabistas de Nothing Hill e, CLARO, Stratford-upon-Avon
- A primeira temporada do House Md. Dou-vos uma ajuda, está na FNAC.
- O livro Nothing like the Sun, de Anthony Burguess. Dica: só pelo Amazon.
- Um arco de violino
- Aquele livro sobre Alternative Scriptwriting que está na Bertrand
- A série Nip Tuck e a Six Feet Under.
- O filme American Beauty. Sim, é lindo
- Vocês-sabem-quem à minha porta vocês-sabem-onde também seria bom, como vocês sabem... (se quiserem deitar-se a adivinhar de que raio estou a falar, força, deixem-me um post)
- O dvd do Ed Wood (ya, não existe em Portugal...)
- OK, eu já fico feliz com um mero e-mail/SMS/bilhete para a ópera. A sério. E um donut de chocolate



Este Natal, seja original - ofereça um blog de fotos atrevidas ao seu namorado. Força nisso, Kel!

segunda-feira, dezembro 04, 2006

Os meus dois novos mestres

Sofia Coppola

Krzysztof Kieslowski

As matinés de Domingo

Para o estudante de Cinema, as matinés de Domingo dos nossos queridos quatro canais só significa uma coisa: filmes bastante dispensáveis, animais/bebés/utensílios de cozinha que falam, pancadaria japonesa e comédias românticas que estão bastante fora do prazo.

Bem, este domingo aquele canal que começa por T, acaba em I e tem um V no meio passou o Mean Girls e o Down With Love. E como tinha passado sexta e sábado de volta do meu guião e de livros altamente intelectualóides sobre a problemática da adaptação, resolvi tirar uma folga, estirar-me no sofá e ver a coisa.

Mean Girls, tenho de confessar, fui ver ao cinema. Sozinha. Depois do exame nacional de História, o meu último, por acaso. E gostei. Sim, gostei, 'tá giro.

Down With Love - o tal canal anunciou-o como estreia, mas tenho as minhas dúvidas, porque já tinha visto aquilo no meu sofá - ok, também é giro, principalmente aquele uso maroto do split screen.

Estou a escrever isto porque há algo que me aflige. Tenho-me apercebido que a História do Cinema privilegia aquilo que eu chamo 'filme de gajo', ignorando como mau à partida tudo o que lhe cheire a chick flick. Bem, há excepções, mas na maior parte dos casos... E este ano é o lobby Scorsese. Sim, acreditem, vão-lhe dar o Óscar este ano. Já tá tudo decidido. Não sei como podem ser tão maus para filmes como The Perfume e Marie Antoinnette para depois elevarem aos píncaros o The Departed. Não, não vi o filme. Mas não preciso de o ver pra saber que é outro Million Dollar Baby - giro, pena que já se fizeram filmes com o mesmo tema e muito melhores.

Argh, eu ando é muito indie e feminista, desculpem lá...

A recomendação da semana, aqui na Sarices




Sabem, mes amis, once upon a time there comes a picture that changes the history of all motion pictures... Um dos meus grandes desejos impossíveis, logo a seguir ao ter uma relação escaldante com o Johnny Depp, é ter tempo pra escrever pequenas críticas de todos os filmes que vejo. Impossível, claro, mesmo para quem tem tão pouca vida social como eu. Por isso me limito a dizer gostei/não gostei/nem pensem que vou ao cinema ver isso. Redutor, mas eficaz.
A Trilogia das Três Cores do polaco Krzysztof Kieślowski era daquelas coisas que eu sabia que tinha de ver, mais tarde ou mais cedo, não porque ouvisse falar muito dela, mas porque me perseguia para todo o lado (sabem o que eu digo, quando algo nos persegue, mais vale enfrentá-lo). E lá os vi, pela ordem Azul - Branco - Vermelho. E não é que os filmes são mesmo bons??? Mesmo muito, muito bons. E europeus. Mais um realizador do qual tenciono ver o máximo possível. E vocês, mes amis, que tal darem uma olhadela? Não se vão arrepender...

segunda-feira, novembro 20, 2006

Poesia russa pros mes amis


HAMLET

Acalma-se o tumulto. No palco estou
contra o portal da porta,
ao longe, reconhecendo vagamente
o que o meu tempo pode trazer.

O escuro da noite jorra sobre mim
milhares de olhos que me fima;
mas Abba, Pai, se essa for a tua vontade,
afasta este cálice dos meus lábios.

Com firmeza o teu desígnio tem o meu amor,
este papel que me deste quero ter;
mas agora encena-se um drama diferente:
poupa-me agora do teu caminho.

E no entanto a ordem dos actos é fixa,
o fim do caminho e irreversível.
Estou só. Agora é o tempo dos Fariseus.
A vida não é como um passeio ao campo.

É impróprio ser famoso
pois não é isso que eleva.
E não vale a pena ter arquivos
nem perder tempo com manuscritos velhos.

O caminho da criação é a entrega total
e não fazer barulho ou ter sucesso.
Infelizmente, nada significa
como uma alegoria andar de boca em boca.

Mas é preciso viver sem pretensões,
viver de tal modo que no fim de contas
venha até nós um amor ideal
e ouçamos o apelo dos anos que hão-de vir.

O que é preciso rever
é o destino, não antigos papéis;
lugares e capítulos de uma vida inteira
anotar ou emendar.

E mergulhar no anonimato,
e ocultar nele os nossos passos,
como foge a paisagem na neblina
em plena escuridão.

Que outros nesse rasto vivo
seguirão o teu caminho passo a passo,
mas tu próprio não deves distinguir
a derrota da vitória.

E não deves por um só instante
recuar ou trair o que tu és,
mas estar vivo, e só vivo,
e só vivo – até ao fim.

Boris Pasternak

quinta-feira, novembro 09, 2006

Top 4 dos 4 euros mais mal empregues da minha vida

1. Rasganço
2. O reino dos céus
3. Guerra dos Mundos
4. Hannibal
PP.Graças ao Pedro, tenho de fazer umas pequenas explicações neste post. Sim, há coisas piores que a Guerra dos Mundos, mas não comprei bilhetes para elas. E o Hannibal o problema é mais pessoal que do filme. Ok, digamos que não vi muito do filme. Aí uns 20 minutos. Por isso é que o dinheiro foi mal empregue.
ass. Lady Sara C é tão fácil escrever no blog quando ninguém lê o que escrevemos...

quarta-feira, novembro 08, 2006

Porque é que a Lusomundo é má

1. Em 16 salas presentes em Coimbra, não arranjou espaço para a Marie Antoinnette da Sofia Coppola e nem para o Paris Je t'aime. Estes dois filmes, no centro norte, estão apenas no Porto. Para quando a descentralização, hã? Ou julgam que em Coimbra são só farras e ninguém gosta de cinema para além de blockbusters?
2. Filmes bons como The Hitchickers Guide to The Galaxy ficaram apenas durante duas semanas, com duas sessões nocturnas por dia, enquanto que filmes como Piratas das Caraíbas 2 (e eu nada tenho contra este filme!), ficam meses a fio.
3. Permite que comam pipocas e bebam Coca-cola nas salas. Primeiro, é um barulhão infernal. Depois, ainda ontem um tipo deixou cair a cola e a mala da Kel ficou toda badalhoca. Se eu fosse a ela pedia uma indemnização.
4. As salas são o mais despersonalizadas que há. Além disso, estão mal isoladas. Quando fui ver a Black Dahlia estava a ouvir as Torres Gémeas a cairem na sala ao lado...
5. É demasiado tempo de publicidade, e muitos poucos traillers. E sempre os mesmos anúncios da treta. Que o mundo possa girar sem mais anúncios à Sagres Abadia. Blhech.
6. Fez fechar dois dos mais queridos cinemas de Coimbra: o Girassol, primeiro, e depois o alternativo Avenida. Qualquer dia transformam-se numa Zara, como o outro...
7. Quatro euros, preço de estudante, para ir ver um filme? São 800 paus! É muito caro, e ainda mais para quem não tem direito a desconto (5.20). Por favor! E se quarta-feira é suposto ser o dia mais barato, devia ser abaixo dos 4 euros, senão qual é o sentido?

Se me lembrar de mais (oh, de certeza que vou!), vou postando.

quarta-feira, outubro 25, 2006

Uma imagem, um texto, mais um post...


Rotina (Pedro Mexia)

Este é o meu número:
telefonem-me.
Este é o sítio
onde passo as tardes:
encontrem-me.
Ou não me telefonem
nem me encontrem
mas pensem em mim
enquanto estiverem a viver.

segunda-feira, outubro 23, 2006

Onde está a velocidade?

Ontem a minha mãe fez-me o enorme favor de me comprar 'A Noiva Cadáver', filme que, vocês sabem, marcou a viragem da vossa anfitriã dos homens com collants e amantes morenas para o fascinante mundo do cinema. No início do DVD, surge aquela publicidade 'você nunca roubaria um carro', etc, etc.

Vocês já toparam a velocidade do computador da tipa a fazer download? Uau!!!!

Mas a sério. Eu prefiro comprar DVDs originais . Cds é outra história, pra mim a música é pública - e a velha história de, quantos mais conhecerem, mais vão aos concertos. Agora, tenho um grande problema com os preços dos DVDs. Hoje em dia há uns bem baratinhos, na FNAC, na BOX, mesmo na WORTEN (vá, pagem-me pra eu fazer publicidade). Agora, todos os DVS de autor, ou seja, aqueles muito difíceis de arranjar e dos quais preciso para as aulas são mais de 20 Euros. Fora aqueles que não estão editados em Portugal, né?

Meus amigos, toca a fazer promoções também nesses DVDs. Vá lá, não custa nada.

segunda-feira, outubro 16, 2006

Momento Zen de Reflexão Profunda

E sabem o que é mesmo muito, muito mal filmado, pior que os Morangos com Açúcar?


Os Jogos de Futebol!!!!!!!


Só zooms, e voltas atrás ridículas, e tantas vezes não se percebe o que se está a passar, e não há grandes planos da cara e emoção dos jogadores...

segunda-feira, outubro 09, 2006

Voltei, voltei...

Mes amis, eu Sobrevivi ao IMAGO do Fundão e voltei prá monotonia e civilização coimbrã!!!

Que aprendi eu durante esta longa semana?

1. O Jodorowski é genial
2. Os tipos da ATMO são geniais
3. o site Youtube é genial
4. Eu ainda vou ter de ver muito filme até poder ter uma conversa cinéfila decente e genial
5. O sítio português mais parecido com o Twilight Zone é a estação de autocarros de Viseu (podem ir confirmar, por vossa conta e risco)
6. A CP é genial
7. Apanhar uma gripe quando se regressa à civilização é francamente pouco inteligente

quarta-feira, outubro 04, 2006

Os filmes da minha vida (top ten)

1. O Pianista (Polanski)
2. Inteligência Artificial (Spielberg)
3. O Grande Peixe (Tim Burton)
4. Moulin Rouge (Luhrmann)
5. Os Sonhadores (Bertollucci)
6. O Despertar da Mente (Gondry)
7. Rosencratz e Guildenstern Estão Mortos (Stoppard)
8. Mar Adentr (Amenabar)
9. 10 coisas que odeio em ti (Jungen)
10. Closer (Nichols)